Nasceu na fazenda Calvo em 19.9.52. A casa da família era típica das construções goianas. De adobe rústico, piso no saibro, banco de champrão de madeira na cozinha, tralhas dependuradas nas traves da sala, com curral na frente, bica passando no quintal e paiol ao lado. O parto foi assistido pela prima Mariinha (Maria Abadia dos Santos), jovem sem nenhuma experiência para lidar com o nascimento de uma criança, pois não houve tempo para João Miguel Bento, seu pai, chegar com a parteira. Mariinha e Geraldo Brasil, seu marido, viriam a acolhê-lo quando se transferiu para Brasília. Residiam em Taguatinga Sul, numa casa de tábuas, com água de cisterna.
A
alfabetização iniciada em casa pelo andarilho José Ribeiro da Silva continuou numa turma
de estudantes formada na fazenda do tio Pedro Miguel e no grupo rural da
fazenda do José Arnaldo, no município de Vianópolis (GO). Mudou com a família
para Silvânia em 16 agosto de 1964. Nessa cidade, concluiu o primário no grupo
Moisés Santana e cursou todo o ginasial no Ginásio Anchieta.
Começou
o contato com a literatura na zona rural através de folhetos de cordel
guardados a sete chaves pelo avô numa canastra entre as roupas de cama e as
calçolas de tecido de algodão da avó Cândida. Além dessa experiência mais
evidente, a cultura popular continuou a alimentar seu imaginário através de
raras parlendas, advinhas, repetitivas litanias religiosas, a música caipira, e
as quadras realizadas de improviso em meio à plantação do quintal. O andarilho
Agenor, que fazia poucas visitas à casa de seus pais e de seus avós,
desafiava-o para esse jogo. Findos os momentos de disputa poética, esse
andarilho ia se divertir sobre pernas de pau ou montar engrenagens hidráulicas
idênticas aos moinhos medievais. Agenor foi um dos muitos talentos
desperdiçados pelo País.
Na
zona rural, nada mais existia para leitura além dos livretos de cordel, a não
ser um ou outro almanaque e as descartadas folhas da folhinha Coração de Jesus.
Mesmo que Salomão Sousa quisesse escrever, não havia disponibilidade de
material. Chegou a recortar nalgum tronco de árvore as iniciais do próprio
nome. Era mais fácil trocar berros, rosnados e chiados com animais do que
alguma expressão cultural da Civilização. Na ausência de brinquedos, revirava
pedras, troncos podres e folhas mortas para localizar insetos. Aprisionava-os
na bacia que servia tanto para lavar roupas como para banhos e manipular
produtos alimentícios. Lacraias, besouros, joaninhas, diversos espécimes de
baratas, minhocas, percevejos, escorpiões, aranhas…
O
avô pelo lado materno, Sansão Fernandes de Sousa, foi quem mais o influenciou
na infância. Ao contrário dos demais familiares, era alfabetizado. Hábil
artesão para trabalhar a madeira, o couro, as embiras, as tabocas e o buriti, o
que o tornava um homem sereno, pacato e paciente. Com ele, além da garantia de
ficar bem servido de chinelos, desenvolveu a prática silenciosa de observar e
ouvir os interlocutores e a ser paciente, apresentando, raramente, respostas
abruptas a diálogos agressivos. Por mais que seja desastrado na lida com o
trabalho manual, não se livrou de ter de lavrar um amassador de feijão em cerne
de vinhático, que a sua mãe usaria por décadas até o amarelo da madeira ficar
escurecido pela fumaça do fogão a lenha.
Em
Silvânia, o acesso a material de cultura e a interação humana se ampliariam.
Apesar de ser isolada, a cidade era a Atenas de Goiás, com biblioteca, que tem
até os dias atuais um acervo invejável. Na época, tinha três escolas, sendo uma
para o ensino primário, que ia até a 4ª série, e duas para o ginasial, que ia
até a 8ª; além de um cinema com muitos lugares, que acompanhava a programação
nacional e servia para eventos e apresentações teatrais. Foi farto o contato
com livros, revistas, filmes e jornais.
Publicou o primeiro poema aos dezesseis anos num jornal fundado na
cidade por outro andarilho.
Com
Luiz Alberto Tavares, passava noites na praça debatendo filmes, bem como as
questões da Ditadura e da Guerra do Vietnã. O seu pai não acreditava que o
homem pisou na lua. O Luiz Alberto morreu insistindo para que Salomão Sousa não
o contradissesse, pois o pai podia estar com razão. O melhor espetáculo que
assistiu na vida acontecia nas horas em que acompanhava o pai para ficar
observando o Jeroni consertar carros. Aqueles motores desossados entre as
bananeiras do quintal.
Transferiu-se
para Brasília em 6 de janeiro de 1971 com sua experiência de enxadeiro,
candieiro, entregador de marmitas, balconista, porteiro e bibliotecário. Fez o
Científico no Colégio de Taguatinga Sul (DF), onde teve como professores o
poeta Anito José Steinbach e Dad Squarisi, e deixou implantada a primeira
biblioteca dessa escola. Formou-se em Jornalismo pelo Centro de Ensino
Unificado de Brasília (CEUB), período em que fez o Curso de Pesquisa de Campo
(1974), que, por sua indicação, teve a coleta de dados toda captada em
Silvânia. O trabalho final do curso resultou na publicação de um livro. Teve
como professores os escritores Almeida Fischer, Esaú de Carvalho, Zita de
Andrade Lima, Aluísio Valle e Luiz Beltrão, que o estimularam a frequentar a
Associação Nacional de Escritores (ANE) desde os tempos de estudante. A
professora Zita foi sua amiga até 2004, ano em que faleceu.
Fez
estágio de jornalismo no extinto Correio do Planalto, monitorado na
redação pelos jornalistas Archibaldo Figueira, Rachid Rachid e Mário Eugênio.
Archibaldo Figueira seria um de seus grandes amigos. Com Archibaldo e Marlan
Rocha, ambos falecidos, permanecia horas no cafezinho da Câmara dos Deputados
na companhia do jornalista Orlando Tejo, autor do livro Zé Limeira, o poeta
do absurdo.
Ingressou no serviço público em 1973, inicialmente
na Fundação Educacional do Distrito Federal (exerceu atividades no setor
central de pessoal, em zeladoria e em secretaria de escolas). A partir de 1977,
no Ministério da Fazenda (esteve cedido por alguns períodos para os Ministérios
do Bem-Estar Social e do Trabalho e Emprego). Nunca exerceria o jornalismo,
pois, em razão de ser lotado na área parlamentar do Ministério da Fazenda,
especializou-se no acompanhamento das atividades do Parlamento sem ter curso ligado
às Ciências Políticas. Aposentou-se pelo Ministério da Economia em 1º de junho
de 2021.
Nos
primeiros anos de atividade no Ministério da Fazenda, teve início a amizade com
Ronaldo Peixoto Alexandre e Wil Prado, com os quais frequenta lançamentos,
encontros de escritores, ouve os lançamentos da Música Popular Brasileira com o
ímpeto do protesto contra a Ditadura. Esses laços de amizade nunca se
romperiam, e continuam a render entrelaces de cultura e de laços familiares.
O
seu primeiro chefe (Dr. Gilberto), na Secretaria de Assuntos Legislativos do
Ministério da Fazenda, instalou-o na sua própria sala de trabalho. Só no futuro
entenderia que essa decisão visava vigiá-lo e orientá-lo, protetoramente, para
não ser atingido por algum ato de represália da Ditadura por sua atuação
literária. Esse chefe foi um dos seus grandes mentores, não só de incentivo à
literatura, mas de conhecimento da história do Brasil, sobretudo do período da
Era Vargas.
Nos
corredores do Congresso Nacional, era frequente o contato com algum escritor em
visita a Brasília. Foi o caso de Lygia Fagundes Telles, que ele encontrou
perdida nos corredores e ela encontrou nele o guia para localizar as pessoas
que estava a procura. Pela segunda vez, os dois passaram uma tarde juntos. A
primeira foi num simpósio de escritores em Caxambu, oportunidade em que ela
pediu para ele ficar ao seu lado durante uma sessão de autógrafos. Saiu
envaidecido desse evento por Lygia Fagundes Teles e Selmo Vasconcelos
chamarem-no de inteligente.
Nesse
simpósio de Caxambu, Salomão Sousa ouviu uma palestra de Adélia Prado e
passaram a tarde conversando com escritores e estudantes. Lamenta que lhe tenha
sido roubado o gravador em que se encontravam os depoimentos do encontro.
Restam os registros fotográficos. A resenha que Salomão Sousa escreveu sobre o
livro Bagagem, de Adélia Prado, publicada no Suplemento de Minas Gerais,
foi citada na tese A invenção de um modo: movimentos líricos na poesia de
Adélia Prado, de Silvana Athayde Pinheiro, na Universidade Federal do
Espírito Santo, dentro do programa de pós-graduação, em 2019. Outras teses e
trabalhos escolares citam seus artigos, sobretudo no ano de 2013, quando o
livro Poesia, de José Godoy Garcia, com introdução de sua autoria, foi
indicado para o vestibular da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Na
década de 1970, participou, lateralmente, do movimento Poesia Marginal com Esbarros.
Ao enviar um exemplar desse livreto a Jorge Amado, assim ele autografou no
livro em que acusou o recebimento: Salomão Sousa, um poeta de primeira ordem
— original e humano, sensível e consciente. Poesia que não é cera, é chama.
Ao longo de sua carreira literária, vem publicando artigos, resenhas e poesias
em revistas (sobretudo das instituições a que pertence), jornais, zines e
páginas da web. Mantém os blogs www.safraquebrada.blogspot.com,
www.literaturagoiana.blogspot.com e www.salomaosousa.blogspot.com. Procura
manter-se conectado com aqueles que dão vivacidade à literatura do país.
Como
não há local conveniente para encaixar alguns tópicos das memórias, ficam aqui
deslocados como os livretos de cordel na canastra. Primeiramente, o registro do
encontro de Salomão Sousa, Renato Matos e Gustavo Dourado numa feira de livro
de Brasília com o poeta Manoel de Barros. Puderam desfrutar a tarde toda de sua
companhia, pois, além dos três, não compareceu vivalma ao lançamento! E também
o caso das noites em que Salomão Sousa e Wil Prado ficaram à mesa com Jorge
Amado. Esses fatos podem ser fake. As fotos com Manoel de Barros existem, mas
podem muito bem ter sido manipulação do IA; no entanto, o IA ainda não
conseguiu reunir Salomão Sousa e Wil Prado num registro com Jorge Amado, Wander
Piroli, João Antônio ou Ignácio Loyola Brandão.
Existir!
Passar um dia à beira da piscina, sob a manguba, saudando o sol em companhia de
Yêda Schmaltz! (mas se estendesse a mão,/tocaria, de novo, sua face).
Pequenas interrupções nos interlúdios de não fazer nada para Yêda ir ao
computador concluir algum retrato para a exposição das 100 principais
personalidades goianas. Retornar a Goiânia para a exposição das 100 obras de
Yêda Schmaltz e retornar para casa com o próprio retrato onde aparece ladeado
por copos de leite.
Existir! O
poeta José Godoy Garcia visita-lo às vésperas da Páscoa, embebedar-se com rum
e, enquanto o bacalhau é preparado, amassar os ovos de páscoa que aguardam o
dia seguinte sobre a mesa. Almoçar e dormir no sofá. Acordar horas depois,
perguntar quando o almoço será servido e ninguém conseguir convencê-lo de que
já almoçou. Senta-se à mesa e serve-se uma segunda vez, fartamente. Existir! O
poeta Cassiano Nunes repousar na rede da sua sala depois de ler o pequeno zine Chuço,
que exigia receber cada número que circulava.
Existir!
Invadir as casas de Herondes Cézar, de Brasigóis Felício ou de Nilto Maciel e a
conversa fluir enquanto as crianças brincam de esconde-esconde atrás dos
armários e debaixo das camas. Bate na porta e entra o irmão Goiamérico Felício.
Ninguém se preocupa se alguém escarafuncha as narinas!
Existir!
Invadir a biblioteca de Miguel Jorge e, com Tagore Biram, vararem a noite
dançando inúmeros vezes o Bolero, de Ravel! Cara a cara naquele quadrilátero afundado no
centro da biblioteca como se vivessem milenarmente na tumba de Tutancâmon. Há
dúvidas se o poeta Pio Vargas participava dessas invasões, mas fica aqui
dançante para animar essas memórias.
Existir!
Visitar Oswaldino Marques em Taguatinga e na Asa Norte e ficarem sós com quatro
enormes caixas de som (uma em cada canto da sala) e ouvirem nos últimos
decibéis existentes A sagração da Primavera, de Stravinsky. Os livros
tinham sido deslocados para uma estante que atravessava toda extensão da
cozinha. Foi a única vez que Salomão Sousa sentiu o exército de Napoleão
avançar sobre ele.
Existir!
Numa sexta-feira, decidir não retornar ao trabalho para passar a tarde no
gabinete de trabalho do Antonio Miranda, diretor da Biblioteca Nacional de
Brasília. Assistir a reunião que ele promovia com os funcionários. Foi umas das
aulas mais importantes de sua vida. Antonio Miranda interpretou um texto sobre
a importância das relações interpessoais para o resultado positivo do trabalho.
Cada funcionário e também Salomão Sousa merecia certificado de participação
dessa reunião.
Existir!
Invadir a casa do poeta Esmerino Magalhães Jr. para revisar o novo livro e o
trabalho se prolongar por dias, pois ele quer que as visitas sejam apenas para
jogar conversa fora. Ouvir o elogio do Esmerino depois de ele ler o poema sobre
o cavalo obrigado a trabalhar no asfalto da cidade: “Não faça poemas assim,
senão fica difícil pra gente escrever!”.
Existir!
Visitar o cemitério de Taguatinga de madrugada com estudantes da escola onde
trabalhava — Chico Simões, do grupo Mamulengo Presepada, entre eles —
para coletar impressões in loco e fazer uma matéria para o jornal da
universidade. O poeta também se descontrai como uma rês quieta no campo só
balançando o rabo para espantar as moscas!
Muitos fatos se assemelham a eventos assombrosos
de uma narrativa de Edgar Alan Poe e merecem ser abandonados sobre a porta como
o corvo do poema. Um ou outro indivíduo não deve entrar para a história
quando deixa de compreender que a liberdade não pode ser retirada de nenhuma
ambiência, seja da ambiência da literatura ou da vida privada e social.
Em certo
aniversário da poeta Yolanda Jordão, Salomão Sousa foi parar na festa arrastado
por um convidado. Ao entrar na sala, Antonio Carlos Osório, que já tentara
impedi-lo de ler um poema de José Godoy Garcia num sarau, valeu-se de seu modo
peculiar de agredir com expressões inconvenientes: Chegou o tártaro
indesejado. A expressão contém a intolerância de todo aquele que deseja
erguer muros e becos em torno de si para viver atrás de uma barreira por julgar
que o universo está sob seu domínio. Depois de impressas ou ditas, as
expressões entram na memória, tornam-se lendas e não mais se extinguem. Antônio
Carlos Osório chegou a censurar a publicação de um poema de Salomão Sousa na Revista
da Academia Brasiliense de Letras por não concordar com um verso de
conotação sexual.
As figuras
bizarras julgam com maledicência que os outros serão sempre tártaros — preferem
mencionar civilizações perdidas para se desobrigarem do acolhimento. Ao
contrário da perdida civilização tártara, Salomão Sousa teima em existir.
Entram as
bisnetas na sala
e trazem um
bode.
O poeta dá
saltos e berros
para brincar
como pode.
Com
a experiência do zine Chuço, que manteve nos anos 1990, Salomão Sousa
passou a refletir sobre as mudanças das relações humanas e dos meios de
comunicação em razão do avanço da tecnologia e do crescimento do uso das redes
sociais. Em carta ao amigo Herondes Cézar de Siqueira, em 1992, antecipa
discussões que passariam a ocupar o dia a dia dos cientistas sociais:
Não sei quando
escrevi a última carta. Também isso não me apavora nem me entristece. É a
contingência de um mundo que traiu o homem pela eletrônica. Só me entristeço ao
sentir a ameaça à memória. Num futuro já em vivência, será muito difícil
reconstruir a história individual e até mesmo a história de um povo. Vivemos
sem registro, ou então de forma fragmentada. E, no instante da montagem,
faltarão várias peças. As decisões, os sentimentos, terão passado por fios,
células. O homem cada vez mais se escondendo nas facilidades da comunicação.
(...) É uma maré que nos integrou em suas ondas, e não permite ao menos
vislumbrar uma praia, uma enseada, em que possamos ficar esquecidos ao menos
como destroço. A via é sinuosa, onde, cambaleantes, bambos, vamos de forma
definitiva. (...) Precisamos continuar com nossa ternura, mas sem rostos,
integrados na massa fria, para não permitir a derrocada maior.
Basta
ver a previsão de que o universo da divulgação e discussão da literatura
deixariam de passar pelas cartas e pelas colunas dos jornais, mas não poderia
entender que parte dessa questão migraria para o ambiente virtual, pois as
redes sociais só surgiriam depois de décadas. No mesmo período, em outra carta,
improvisou um poema que repassa paisagens da infância e as intercala às
paisagens da época. Um trecho desse poema inédito, que exalta a paz com que
conduz a própria vida:
Está tudo ordenado. Tudo na mais santa
claridade.
Quanto sol na goiabeira acentuando a
poeira fina sobre as folhas!
Estou imerso numa ausência de tudo,
numa sensação de que nada perdi, apenas
temporariamente
sem encontrar um terreiro, assim como
na fazenda do Zequinha,
cheiinho de gabiroba e gravatás.
Não há lembrança maior do que de uma
touça de gravatás,
com suas flores vermelhas, suas bagas
quase doces.
Há desesperos que funcionam como vidro
– assustam-se ao menor clamor,
partindo-se
ao menor toque. Todo movimento retesado
não suporta o peso de um corpo.
Onde estarão as quadras que fiz aos
nove anos?
Haverá um depósito delas num paraíso de
Dante?
…a força da
poesia entranhada na vida, e me devolve às raízes rurais, mineiro que sou, a
ler, compreender e sentir o goiano que você é…
Manteria
correspondência com diversos escritores, tais como Armindo Trevisan, Carlos
Nejar, Djami Sezostre, Fábio Lucas, Francisco de Carvalho, H. Dobal, Henriqueta
Lisboa, Ilma Fontes, João Antônio, Jorge Medauar, Leila Miccolis, Oswaldino
Marques, Otávio Afonso, Sérgio Campos, Tanussi Cardoso, Uilcon Pereira, Urhaci
Faustino, Wander Piroli etc.
Além
de citações em artigos e cartas de distintos autores, a obra de Salomão Sousa
vem merecendo exposição em escolas e abordagem crítica de diversos autores, aos
quais reconhece a honra da distinção de suas palavras. Certamente, a lista
aparece incompleta.
Adalberto de Queiroz
Adelto Gonçalves
Aidenor Aires
Alexandra Vieira de Almeida
Alessandro Eloy Braga
Altimar Pimentel
Ana Ramiro
Anderson Braga Horta
André de Leones
Antônio da Costa Neto
Astier Basílio
Cleonice Rainho
Esmerino Magalhães Jr.
Euler Belem
Fernando Py
Geraldo Lima
Gerson Valle
Goiamérico Felício
Hildeberto Barbosa Filho
João Carlos Taveira
José Fernandes
José Godoy Garcia
José Guillermo Vargas
Kori Bolivia
Leo Barbosa
Ligia Cademartori
Lina Tâmega Peixoto
Lívio Oliveira
Marcos Fabrício Lopes da Silva
Manoel Hygino
Naomi Hoki Moniz (EUA)
Nilto Maciel
Raul Christiano Sanchez
Ricardo Alfaya
Rogério Salgado
Ronaldo Cagiano
Ronaldo Costa Fernandes
Selmo Vasconcelos
Sérgio de Castro Pinto
Sônia Elizabeth Nascimento Costa
Teresinka Pereira
Whisner Fraga
Wil Prado
Valdivino Braz
Vassil Oliveira
Zanoto
1. Vencedor do certame de recitação de poesia do Ginásio Anchieta, realizado no Cinema Municipal de Silvânia, em 1969, com o poema A vingança, de Fagundes Varela. Trata-se do único evento literário de que foi participante assistido por seu pai João Miguel Bento. O prêmio foi um corte de brim azul para confecção de uma calça. Nessa mesma época, atuou em duas peças teatrais apresentadas para a população silvaniense também no Cinema Municipal.
2. Bibliotecário na Biblioteca Pública Municipal Coronel Pireneus de Silvânia, em 1970. Nessa época, recebeu o primeiro elogio por seus poemas. (A professora Glorinha, que era a moça mais elegante da cidade, entrou na biblioteca com o namorado de Goiânia, e perguntaram a ele o que estava escrevendo na máquina de datilografia. Ao saber que estava produzindo poesia, pediram uma para ler. Cochicharam perto das estantes que o poema não podia ser dele, que devia ter sido copiado de algum livro do acervo da biblioteca.)
3. Emissão do Certificado de Bons Antecedentes emitido por Francisco Herculano Lobo, Delegado de Polícia de Silvânia (GO), em seu nome, em 4.1.1971. (Era necessário, nos anos 1970, que, ao se transferir de cidade, o brasileiro fosse portador desse documento para evitar possíveis dissabores com os órgãos de repressão da Ditadura.)
4. Participação do seminário promovido em 1974, pela Fundação Cultural do DF sobre “Semiologia”, sendo debatedores os intelectuais Décio Pignatari, Mônica Rector e Guilherme Merquior.
5. Curso de pesquisa de campo, extracurricular, pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília, de 10.04 a 10.7.1974.
6. Entrevista o escritor Bernardo Élis na oportunidade de sua controversa eleição para a Academia Brasileira de Letras, publicada no Correio Braziliense, edição de 15.8.1976.
7. Participação do VII Simpósio de Literatura da Fundação Cultural do Distrito Federal, Brasília-DF, de 20 a 23.4.1976. Debatedores: José Aderaldo Castello, Dirce Cortes Riedel, Leyla Perrone Moisés e Nelly Novaes Coelho.
8. Participação intrusa no Encontro Nacional de Escritores da Fundação Cultural do Distrito Federal de 1977 para se manifestar contra o excesso de formalismo dos debates.
9. Participação do Curso de atualização de Professores para a utilização do livro didático, promovido pela Divisão de Cursos de Aperfeiçoamento, Treinamento e Extensão da Fundação Educacional do Distrito Federal, Brasília - DF.
10. Participação de quatro ciclos de palestras da FUNARTE/UnB — 1) O olhar, em 1980; 2) Tradição e contradição, em 1986; 3) Os sentidos da paixão, em 1987; 4) O desejo, em 1989 — perfazendo um total de mais de 80 palestras de intelectuais brasileiros.
11. Participação do ciclo de palestras com Frederico Morais sobre a “Criação atual”; em 1975.
12. Participação, nos anos 1980, de recitais públicos em praças de Brasília contra o apartheid da África do Sul.
13. Resenha publicada na revista da Universidade de Harvard/EUA sobre A moenda dos dias, seu primeiro livro, de autoria de Naomi Hoki Moniz (EUA), na Revista Ibero-americana, vol. 50, de março de 1984.
14. Participação do Encontro de Escritores em Goiás — “Independência ou Morte? —, promovido pela União Brasileira de Escritores (UBE), Seção de Goiás, em Goiânia, de 13 a 16.6.1985.
15. Debatedor da Mesa Redonda “A Poesia Nova Brasileira: Corpo Físico Social”, abordado pelo escritor Mário Chamie, no Encontro Nacional de Escritores da Fundação Cultural do DF, de 5 a 9.9.1985.
16. Participação do Seminário Nacional “Brasil: A cultura em questão”, em Batatais (SP), 1987.
17. Participação do seminário “Falando em Leonardo”, nos dias 17 e 18.8.1987, realizado no Teatro Nacional de Brasília, numa promoção da IBM/Museu Nacional de Belas Artes. Palestras, entre outros, de Antonio Callado, Ferreira Gullar e Affonso Romano de Sant”Anna.
18. Participação do II Encontro Nacional de Escritores em Goiás – Centenário Cora Coralina, em 1989.
19. Publicação do zine Chuço, xerocopiado em papel A4 (dezenove números entre 1995 e 1998).
20. Participação do I Encontro Estadual de Escritores, realizado em Caxambu (MG) em 1996. Debatedor do tema “O escritor e o Editor”, apresentado pelo jornalista e escritor Ivan Ângelo, no 2º Encontro Estadual de Escritores, São Lourenço (MG), 1997. Mais de 150 professores assistiram ao debate, que foi coordenado por Adolfo Maurício, da AMAG (associação das prefeituras da região das Águas).
21. Participação de reunião na Associação Nacional de Escritores com o poeta Pedro Tierra, Secretário de Cultura do Distrito Federal, que, ao se apresentar à diretoria da entidade, exigiu “participação social” das obras produzidas pelos escritores.
22. Prêmio Capital Nacional do Ano 98 de Crítica Literária, reconhecimento Público da Resistência ao Ordinário pela edição do zine Chuço, do jornal O Capital, de Aracaju (SE).
23. Participação do seminário “Idioma e Soberania – Nossa língua nossa Pátria”, promovido pela Câmara dos Deputados, em 2000.
24. Palestra na Academia Piracanjubense de Letras e Artes, em Piracanjuba (GO), em 20.10.2007.
25. Homenageado pelo grupo Novo Palas em evento realizado em junho de 2007, na Biblioteca Pública Municipal Coronel Pireneus, com banners que ficaram expostos na agência da CAIXA e correram pelas escolas públicas do Município de Silvânia. Escritores presente ao evento: Antonio Miranda, Fábio Coutinho, Euler Belem, Robson Corrêa de Araújo e Vassil Oliveira, que fez a apresentação do homenageado.
26. Artigo em formato de diálogo em coautoria com o poeta Victor Sosa, que faleceu no México depois de contribuir com experiências para a poesia neobarroca. Com apresentação de Ronaldo Costa Fernandes, o artigo foi publicado no Rascunho e na revista do PCdoB.
27. Homenageado do aniversário dos dez anos de Noite Cultural T-Bone e batiza a biblioteca no ponto de ônibus da 713/14 Norte com seu nome. Evento realizado em 28.2.2008.
28. Integrou o corpo de jurado do Prêmio SESC de Poesia Carlos Drummond de Andrade, em 2008 e em vários outros anos.
29. Participação das quintas literárias da Associação Nacional de Escritores com palestras para debater: 1) O Sal que nos tempera e o Insosso que nos Vela, em 20.10.1998; 2) Recorte sobre a poesia brasileira contemporânea, em 13.5.2003; 3) A centenária vitalidade de Pablo Neruda, em 20.4.2004; 4) Poesia Neobarroca ou a Pós-Vanguarda, em 10.5.2006; 5) A gênese de um poema de Joseph Brodsky, em 16.5.2006; 6) Panorama da Poesia Goiana, em 7.8.2008; 7) Análise da relação da Poesia com a Modernidade de Brasília, em 3.11.2009.
30. Entrevistado por Antonio Miranda em canal do Youtube, em 2010. A entrevista permanece disponível na rede.
31. Participação da 6ª. Feira do Livro de Bom Despacho e Cidades Vizinhas, nos dias 29 e 30.9.2011, com debates e recitais em companhia dos escritores Jacinto Guerra, Napoleão Valadares, Alaor Barbosa, Cláudia Coutinho Bernardes e Nilce Coutinho Guerra e de diversos autores da localidade. Da viagem, produziu a crônica Viagem com Guimarães Rosa a Bom Despacho, que foi publicada em Brasília e em Belo Horizonte.
32. Homenageado no trigésimo Primeiro Sarau do grupo Poemação na Biblioteca Nacional de Brasília Leonel de Moura Brizola, em 4.12.2012.
33. Participação da Quinta Literária da Associação Nacional de Escritores, de 28.10.2013, destinada ao lançamento do livro Brasilianas, antologia de 30 poetisas. Debate com os organizadores: José Vargas, Antonio Miranda e Salomão Sousa. A sessão permanece disponível no YouTube.
34. Representante da língua portuguesa, em 2014, do VI Festival las Lenguas de América/Carlos Montemayor, do Centro Cultural Universitário, da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Visita às pirâmides dos maias dentro da programação do evento.
35. Convidado, em 2016, do evento de Poetas José López Coronado, realizado na cidade de Chota, região e Cajamarca, Peru, com participação de mesas de debate, saraus poéticos e visitas a entidades culturais.
36. Inclusão de poemas de sua autoria na peça Aos trancos e barrancos, de Esmerino Magalhães Jr, apresentada em 1980.
37. Conferência em homenagem ao poeta José Godoy Garcia na Biblioteca Nacional de Brasília Leonel de Moura Brizola de Brasília, em 2008; e participação da mesa do evento dedicado ao centenário do poeta realizado em Jataí GO), sua terra natal (2018).
38. Conferência no projeto Tributo ao Poeta, da Biblioteca Nacional de Brasília, em homenagem a Jamesson Buarque, com participação especial de Anderson Braga Horta e Margarida Patriota, em 30.3.2017.
39. Participação em Quito (Equador) do II Festival Internacional de Poesia Equinoccial, de 18 a 20.6.2017. Depoimento na Faculdade de Comunicação da Universidade Central de Quito; leitura de poemas no tradicional Café Livro de Quito; apresentação na Unidade Educativa Municipal “Eugenio Espejo” e na Faculdade de Filosofia da Universidade Central; na UNASUR, ao lado do Monumento “Mitad del Mundo”, em Quito, apresentou alguns autores da moderna Poesia Brasileira, tais como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Hilda Hilst, Luci Collin, Antonio Moura e Jamesson Buarque.
40. Expositor na mesa-redonda “A poesia goiana sob a perspectiva crítica”, do I Colóquio de Poesia Goiana, na Universidade Federal de Goiás, com Antonio Miranda e Heleno Godoy, sob moderação de Rogério Canedo. Evento realizado nos dias 12 e 13 de junho de 2017.
41. Expositor do painel “A poesia paraibana entre a formação docente e o cenário brasileiro”, com Expedito Ferraz Jr. e mediação de Danilo Peixoto, no evento Agosto das Letras, no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa (PB). Em seguida, acompanhou a apresentação, no mesmo palco, do poeta Sérgio de Castro Pinto. 20.8.2017.
42. Convidado da edição do Coletivo realizada no Visconde Café, em homenagem ao poeta Mário Faustino. Fez uma mini conferência e leu poemas. Brasília (DF) — 25.8.2017.
43. Participação do desfile do aniversário de Silvânia, em 2017, como representante, junto com a escritora Cida Sanches, dos escritores da cidade, como convidado da escola Dulce Alves.
44. Participação do Encontro Internacional de Poesia Ibagué em Flor, em Ibagué, Colômbia, em fevereiro de 2018, participação de mesas de debate, saraus e visitas a entidades culturais.
45. Debatedor no Seminário “Os caminhos da Literatura do Distrito Federal”, do Sindicato de Escritores do DF, em 9.8.2019.
46. Depoimento concedido ao poeta Sérgio de Castro Pinto publicado na Revista Correio das Artes, Ano LXX, nº 10, de dezembro de 2019, encartado no jornal A União. de João Pessoa (PB).
47. O canal “A Voz Literária — Histórias, Vivências, Livros”, de Cristiane Tolomei, apresentou resenha pelo YouTube sobre o livro Poéticas e Andorinhas., em 21.2.21.
48. Debatedor em live do canal Tome Poesia, Tome Prosa, de 21.9.2021, de Jéssica Iancoski, ao lado de Paulo Sandrini e Vanessa Alves e mediação de Antônio Mariano.
49. Encenação do poema Primeira biografia da borboleta, no canal “Do InVerso a Toda Prosa”, de ator Antonio Cunha, disponível no YouTube.
50. Na terceira edição do livro A Poesia em Goiás, de Gilberto Mendonça Teles, Goiânia : UFG, 2019, é mencionado no novo prefácio preparado pelo autor entre os poetas goianos que “não podem ser ignorados”, pois a primeira edição é de 1964 e não foram feitas alterações nas edições posteriores.
51. Inclusão de material de sua autoria na Mostra Visual de Poesia Brasileira — Poesia em Movimento — curadoria do poeta Artur Gomes, na Biblioteca Municipal de São Francisco de Itabapoana-RJ, em 2.12.2023.
52. Debatedor na Live da Academia de Letras do Brasil, com Anderson Braga Horta, Marcos Freitas, Kori Bolívia, Márcio Catunda e Flávio Kothe. Apresentou pequena introdução sobre poesia e leu quatro poemas novos sobre o atual tempo de conflitos. 8.3.2023.
53. Palestra na Academia Goiana de Letras (AGL), em 30.5.2019, sobre o tema “Argumentações a partir de Byung-Chul Han.
54. Participação de mesa redonda no Museu Frei Canfaloni, na antiga Estação Ferroviária de Goiânia, a convite da poeta Maria Abadia Silva, que moldou os eventos do museu e da AGL.
55. Convidado da live produzida pelo jornalista e poeta Antonio Carlos Queiroz para o programa República Popular das Letras, com abordagem de três temas: a) trajetória de vida e experiência literária; b) a importância da poesia de José Godoy Garcia) e c) breves observações sobre a poesia de Brasília.
56. Expositor convidado do ciclo de lives realizada pela poeta Noélia Ribeiro, com Reynaldo Damazio e Iracema Ribeiro, para leitura de poemas e manifestação sobre o ato de escritura poética. A live permanece disponível no Youtube. Em 4.4.2023.
57. Participação da Maratona de Poesia, iniciativa do Sindicato dos Escritores do DF (Sindescritores), em parceria com o Instituto Fazer o Bem e com o Museu de Arte de Brasília, em homenagem a Anderson Braga horta. A ação contou com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC). 20.5.2023.
58. Leitura de poemas de sua autoria no canal Toma Aí um Poema, de Jéssica Iancoski, disponíveis no Spotify.
59. Participação do 11º Mexidão Cultural do Condomínio, Asa Sul, Brasília/DF, em 2025 e em anos anteriores, com leitura no sarau e participação nas antologias poéticas disponibilizadas na Amazon Prime. O poeta Marcos Freitas é organizador do evento e das antologias.
60. Convidado do encontro poético, em 12.3.2025, com Antônio Moura, evento que traz apresentação da trajetória dos poetas e leitura de poemas pelos próprios autores. O canal Encontro Poético visa disseminar a literatura, idealizado pela poeta Chris Resplande, em parceria com o Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás.
61. Debatedor, com a poeta Kamilly Barros, na live promovida pela Academia de Letras do Brasil destinada a abordar o tema “Alteridade e consciência que ama”. 14.3.25.
Honrarias
·
Núcleo Bandeirante – honra ao mérito concedido
pela Administração Regional
·
Silvânia – título de Cidadão Silvaniense
concedido pela Câmara Municipal
·
Ministério da Fazenda – Diploma de Desempenho
Funcional
·
Governo do Estado de Goiás – Diploma de Destaque
Cultural do Ano de 2019
·
UBE/GO – Troféu Tiokô como personalidade goiana
que mais se destacou fora do Estado no biênio 2010-2011
·
Brasil Escola — Por ocasião da comemoração do
Dia do Poeta, em 2023, o site Brasil Escola divulgou matéria sobre a Poesia
Brasileira, com a inclusão de seu nome numa lista de 30 “mais renomados poetas
brasileiros”, com breve comentário sobre cada um deles.
Entidades a que pertence
·
Associação Nacional de Escritores
·
Academia de Letras do Brasil (ALB)
·
Academia Flor do Vale de Ipaussu
(correspondente)
·
Academia de Letras Artes e História de Silvânia
(ALHAS)
·
Academia Mundial de Letras da Humanidade
·
Academia Itaperunense de Letras (correspondente)
Obras individuais
1. 1) A moenda dos dias, ed. Coordenada, Distrito Federal, 1979.
2) A moenda dos dias/O susto de viver, convênio INL/ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1980.
3. 3) Falo, Thesaurus Editora, Distrito
Federal, 1986.
4. 4) Criação de lodo, edição do autor,
Distrito Federal, 1993.
5. 5) Caderno de desapontamentos, edição do
autor, Distrito Federal, 1994.
6. 6) Estoque de relâmpagos, prêmio Bolsa
Brasília de Produção Literária, Brasília-DF, 2002.
7. 7) Ruínas ao sol, prêmio Goyaz de Poesia,
São Paulo: Ed. 7Letras, 2006.
8. 8) Safra quebrada (reunião dos livros
anteriores e de dois inéditos: Gleba dos excluídos e Marimbondo feliz),
publicado com recursos do FAC, Brasília-DF, 2007.
9. 9) Momento crítico, de textos críticos, crônicas e aforismos, Brasília: Thesaurus Editora/FAC Fundo de Apoio à Cultura, 2008.
10. Vagem de vidro, edição do autor, Brasília-DF, 2008;
11. Despegues y ressonancias, plaquete de poesia, Peru, Lima: Maribelina, Casa do Poeta Peruano, org. e apresentação de José Guillermo Vargas.
12. Descolagem (poemas éditos e inéditos e algumas traduções para o espanhol), edição do autor, Goiânia: Editora Kelps, 2016.
13. Desmanche I, edição do autor, Brasília-DF, 2018.
14. Poética e andorinhas (artigos), edição do autor, Brasília-DF, 2018.
15. Cascos e caminhos, edição do autor, Brasília-DF. 2020.
16. Bifurcações (artigos sobre literatura e de Psicologia Social), edição do autor, Brasília-DF, 2022.
17. Certezas para as madressilvas, capa com linoleogravura de Beto Nascimento, edição do autor, Brasília-DF, 2024.
18. Poesia e alteridade (artigos sobre literatura e de Psicologia Social), edição do autor, Brasília-DF, 2024.
1. Esbarros, vols. 1 e 2, edições mimeografadas, com Ronaldo Peixoto Alexandre e Wil Prado, apresentação de Ary Quintela, Brasília-DF, 1979.
2. Em canto cerrado (org.), Coordenada, DF, 1979.
3. Conto candango (org.), Coordenada, Brasília-DF, 1980.
4. Horas vagas, org. de Joanyr de Oliveira, Senado Federal, DF, 1982.
5. Mutirão de poesia, Cultura Contemporânea, Rio de Janeiro – RJ, 1983.
6. Mostra visual de poesia brasileira, Centro Cultural, Campos – RJ, 1983.
7. Fala satélite, Núcleo Bandeirante, Brasília, 1986.
8. Versos e traços, prêmio Poema Cartaz, promoção do restaurante Moinho, Brasília-DF, 1987.
9. Lauréis, Vol. II, João Scotecci Editor, São Paulo, 1987.
10. Enciclopédia de literatura brasileira, de Afrânio Coutinho e J. Galante de Sousa; Rio de Janeiro: Ministério da Educação, Fundação de Assistência ao Estudante, 1990.
11. Antologia da poesia brasileira, org. de Olga Savary, Fundação Rioarte, ed. Hipocanpo, Rio de Janeiro, 1992.
12. Caliandra – poesia em Brasília, org. de Alan Viggiano, André Quicé Editor, Distrito Federal, 1995.
13. Via verso, Prefeitura Municipal de Ourinhos-MG, 1995.
14. Catálogo da produção poética impressa nos anos 90, editora Blocos, Rio de Janeiro, 1995.
15. Valores da poesia – antologia poética, João Scorteci Editora, São Paulo-SP, 1996.
16. Cronistas de Brasília, Vol. II, org. de Aglaia Souza, Thesaurus, Brasília-DF, 1996.
17. A poesia goiana no século XX, org. de Assis Brasil, Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira/Editora Imago, Rio de Janeiro, 1997.
18. In/sacando a poesia, org. Rogério Salgado, Belo Horizonte (MG), 1997.
19. Goiás, meio século de poesia, org. de Gabriel Nascente, editora Kelps, Goiânia-GO, 1997.
20. Anto, edição comemorativa dos 500 anos de descoberta do Brasil dedicada à Poesia Brasileira, Portugal, 1998.
21. Poesia de Brasília, org. de Joanyr de Oliveira, editora 7Letras, patrocinada pelo FAC/Secretaria de Cultura do DF, 1998.
22. A literatura brasiliense, de Wilson Pereira, Universa Editora, da Universidade Católica de Brasília, 1999.
23. Pensamentos da literatura brasileira, org. de Napoleão Valadares, Brasília, 2002.
24. Sob o signo da poesia – Literatura em Brasília, Anderson Braga Horta, Brasília: Thesaurus/FAC, 2003.
25. Geografia poética do Distrito Federal, org. Ronaldo Alves Mousinho. Brasília: Thesaurus Editora, 2007.
26. Tributo ao poeta, vol. I, (organizador). Biblioteca Nacional de Brasília, Brasília/DF : Thesaurus Editora, 2008.
27. Deste Planalto Central – poetas de Brasília (Org.), FAC/Ed. Thesaurus/ Biblioteca Nacional de Brasília/Câmara do Livro do Distrito Federal, 2009.
28. Poetas de Brasília, oficina de Dulcinéia Catadora, Biblioteca Nacional de Brasília, s/d (2009).
29. Da poética candanga – poesia sobre poesia, de Climério Ferreira, Brasília-DF, Casa das Musas, 2010.
30. Poesía en transito, org. de Sylvya Long-Ohni, Argentina, 2010.
31. Fincapé – coletivo de poetas, org. Menezes y Morais, Brasília DF: Thesaurus Editora, 2011.
32. A arquitetura verbal de Nilto Maciel, org. João Carlos Taveira, IMPRECE Editorial, Fortaleza - CE, 2012.
33. Poemas de Salomão Sousa em cartões para o Natal (caixa), edição especial de Edson Guedes de Morais, editora Guararapes EGM, Jaboatão dos Guararapes-PE, 2012.
34. Dicionário de escritores de Brasília, org. de Napoleão Valadares, Brasília: André Quicé Editor, 2012.
35. A fortuna poética de João Carlos Taveira – lições de poesia, org. Alan Viggiano, Editora Ideal Ltda., Brasília-DF, 2012.
36. Delirium Tremens – tríade poética: Antonio Miranda, Zenilton Gayoso, Salomão Sousa. Brasília, DF: Poexílio, 2014. Edição alternativa de 12 exemplares.
37. O amor no terceiro milênio. Organização de Vilmar Silva. Belo Horizonte: Anome. 2015.
38. Sublimes linguagens. Org. de Elizabeth Caldeira Brito. Goiânia, GO: Kelps, 2015.
39. Linguagens - Lenguagenes /Edição bilíngue Português / Espanhol. Org. Menezes y Morais; tradução Carlos Saiz Alvarez, Maria Florencia Benítez, Lua de Moraes, Menezes y Morais e Paulo Lima. Brasília, SD: Trampolim, 2018.
40. Do medieval das beiras do rio Calvo à hipermodernidade de Brasília. Discurso de posse na Academia de Letras do Brasil. Cadeira nº 10. Precedido pelo discurso de recepção da acadêmica Kori Bolivia. Brasília, DF: 2019.
41. Poemas. Jaboatão. PE: Editora Guararapes EGM, 2014. 58 p; ilus. col. Texto de apresentação: João Carlos Taveira. Editor: Edson Guedes de Moraes. Edição artesanal, tiragem limitada.
42. Imagens Literárias: a realidade e o sonho. Antologia 2020 – UBE – PB: autores paraibanos e convidados. Itabuna, Bahia: Mondrongo.
43. Provérbios da lama. Antologia poética. Org. Rodrigo Starling. Belo Horizonte: Starling, 2020.
44. Almanaque calendário 2020 - agenda Poética. Editor: Edson Guedes de Moraes. / Jaboatão, Pernambuco: Editora Guararapes.
45. Novo Decameron. Antologia poética. Org. Rodrigo Starling, Belo Horizonte: MG; 2021.
46. Cinco poemas. / Jaboatão, PE: Editora Guararapes, s.d. 30 p. ilus. 20x13 cm. Editor: Edson Guedes de Morais. */? ilus. ilus. 14,5 x 11cm.
47. Cena poética 8, incluindo contos. Editor: Rogério Salgado. Belo horizonte, MG: RS Edições & Baroni Edições, 2022.
48. Poesia salva, salve poesia. Org. Valter Silva. Brasília: Tagore. 2022.
49. Brasilidade: poesia e crônica para una sexagenária desamada. Menezes de Moraes (organização e micro ensaio). Edmilson de Figueiredo (fotografias). Brasília, DF: Trampolim Editora e Eventos Culturais Eirelli, 2022.
50. Tempos adversos. Celeiro Literário Brasiliense Leia-me. Brasília: Artletras. 2022.
51. Poemas e poetas da Ilha da Magia. Florianópolis: Artecultura. 2022.
52. Contraste da América: antologia de poesia brasileira. Organizador Djami Sezostre. São Paulo, SP: Editora Laranja Original, 2022.
53. Candangoianos, na poética brasiliense/org. de José Sóter. Brasília, DF: SEMIM, 2024.
54. ABH e a metafísica de Orfeu. Textos de Márcio Catunda (org.) Danilo Gomes, Edmilson Caminha, Flávio Kothe, Napoleão Valadares, Salomão Sousa em homenagem a Anderson Braga Horta. Brasília: Tagore Editora, 2024.
55. 1100 tercetos filosóficos, científicos e poéticos, org. Antonio Miranda, poexílio, 2024.
56. Poetas Brasileiros de todos os tempos e contos, antologia organizada por Wanderley Beraldo, Clube dos Autores, 2024.
57. Antologia selvagem: um bestiário da poesia brasileira contemporânea. Org.de Alexandre Bonafim. São Paulo: Editora Cavalo Azul, 2025.